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| Camelódromo da Rua Uruguaiana óleo sobre linho 30 cm x 30 cm Sandra Nunes |
Saturday, 6 September 2014
Camelódromo da Rua Uruguaiana
Este é um local de grande movimento de pessoas durante todo o dia. O Mercado Popular da Rua Uruguaiana com sua fachada vermelha contrastando com o verde das árvores frondosas é uma atração a mais.
Wednesday, 16 July 2014
WW II As Cores da Guerra
Exposição Coletiva em exibição no Forte de Copacabana "WW II As Cores da Guerra" Vinte artistas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, interpreram cada um com seu estilo, cenas objetos ou personagens ligados à Segunda Guerra Mundial.
Para criar as obras desta exposição iniciei um trabalho de pesquisa de imagens sobre este importante momento da História Mundial. Alinhando-se com o meu trabalho habitual, meu olhar acabou convergindo naturalmente para as reminiscências desta época que estão presentes no meu dia a dia: O imponente Monumento no Parque do Flamengo, onde estão depositados os corpos dos nossos combatentes e o Contratorpedeiro de Escolta Bauru que participou da batalha e hoje abriga o Museu da Segunda Guerra Mundial no Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro
Para criar as obras desta exposição iniciei um trabalho de pesquisa de imagens sobre este importante momento da História Mundial. Alinhando-se com o meu trabalho habitual, meu olhar acabou convergindo naturalmente para as reminiscências desta época que estão presentes no meu dia a dia: O imponente Monumento no Parque do Flamengo, onde estão depositados os corpos dos nossos combatentes e o Contratorpedeiro de Escolta Bauru que participou da batalha e hoje abriga o Museu da Segunda Guerra Mundial no Espaço Cultural da Marinha no Rio de Janeiro
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| Contratorpedeiro-Escolta Bauru ost 61 x 46 cm Sandra Nunes |
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| Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial ost 61 x 46 cm Sandra Nunes |
Post by Sandra Nunes.
Monday, 30 June 2014
Luz de Inverno
Inverno: Tempo de recolhimento
O inverno começou há poucos dias...
No Rio de Janeiro as mudanças são sutis. Manhãs enevoadas com um sol morno e preguiçoso que vai aos poucos vencendo a barreira imposta pela cortina cinzenta e azulada. Nos idos de 2010, a autora de um blog interessante sobre arte e cultura utilizou a imagem de uma obra minha para ilustrar sua postagem ( ela gentilmente me fez sabê-lo entrando em contato por email).
Em seu texto ela analisa o significado do Inverno buscando referências na filosofia Chinesa estabelecendo a correlação entre a simbologia oriental e nossa vida. " ...podemos perceber que durante o período do inverno tentamos nos ‘poupar’ mais, isto é, procuramos descansar (“guardar a colheita no celeiro”), pois para cumprir a jornada do dia-a-dia, investimos muita energia (“o esforço a que todos os seres estão sujeitos”). Se pararmos para pensar um pouco, é no inverno que normalmente voltamos mais cedo para casa, para o aconchego, “representa o momento de concentração”. E é aqui nos ‘momentos de concentração’, que entramos em um recolhimento interior, ..."
Comungo com este pensar. Recolho-me. Cada pincelada vem após um longo período de contemplação como uma tentativa de reconhecer-me e integrar-me à "Nova estação".
Aqui está o link para o blog que mencionei acima
O inverno começou há poucos dias...
No Rio de Janeiro as mudanças são sutis. Manhãs enevoadas com um sol morno e preguiçoso que vai aos poucos vencendo a barreira imposta pela cortina cinzenta e azulada. Nos idos de 2010, a autora de um blog interessante sobre arte e cultura utilizou a imagem de uma obra minha para ilustrar sua postagem ( ela gentilmente me fez sabê-lo entrando em contato por email).
Em seu texto ela analisa o significado do Inverno buscando referências na filosofia Chinesa estabelecendo a correlação entre a simbologia oriental e nossa vida. " ...podemos perceber que durante o período do inverno tentamos nos ‘poupar’ mais, isto é, procuramos descansar (“guardar a colheita no celeiro”), pois para cumprir a jornada do dia-a-dia, investimos muita energia (“o esforço a que todos os seres estão sujeitos”). Se pararmos para pensar um pouco, é no inverno que normalmente voltamos mais cedo para casa, para o aconchego, “representa o momento de concentração”. E é aqui nos ‘momentos de concentração’, que entramos em um recolhimento interior, ..."
Comungo com este pensar. Recolho-me. Cada pincelada vem após um longo período de contemplação como uma tentativa de reconhecer-me e integrar-me à "Nova estação".
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| Luz de Inverno 2014-Sandra Nunes ost 22x16cm |
Sunday, 1 June 2014
Pintando ao ar Livre em Paraty
A histórica cidade de Paraty
Caminhar por suas ruas com calçamento em pedras irregulares e às vezes escorregadias é um desafio que vale à pena ser enfrentado. Perder-se pelas esquinas, sentar em um café e observar o tempo que parece passar mais devagar compensa qualquer sacrifício.
Pintando à margem do Rio Perequê
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| Sandra Nunes |
As composições "cartão-postal" tantas vezes já pintadas por diversos artistas são um grande atrativo, mas o que me chamou primeiro a atenção desta vez foi a luz da tarde banhando os barcos à beira do Rio Perequê.
Massas de luz e cor...
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| Add caption |
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| Sandra Nunes Esta é uma das obras que pretendo desenvolver no ateliê em escala maior.... ![]() |
Não conhecia a obra, fiquei curiosa em saber como ao talento de Djanira, que aqui viveu por um tempo, interpretou o tema.
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| Fuga para o Egito, Djanira da Motta e Silva óleo sobre tela 100cm x 81 cm |
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| Sandra Nunes |
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| Sandra Nunes |
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| Sandra Nunes |
Jornada de Pintura em Paraty
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| Amigos pintores na Jornada de Pintura em Paraty |
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| Fim de tarde em Paraty |
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| Paraty - Uma viagem no tempo |
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| Registrando a viagem no tempo... |
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| Paraty- Viagem no tempo... |
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| viajante... |
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| Paraty -Viagem no tempo |
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| Registrando a viagem no tempo.... |
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| Viajante... |
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| Fim de tarde na Praça da Matriz |
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| Fim de tarde na Praça da Matriz |
Tuesday, 13 May 2014
Primavera no Hemisfério Norte IV
Pintando meu caminho pela vida...
Um certo conflito sempre se estabelece durante minhas viagens, muito o que ver, experimentar, aprender... Por outro lado o desejo de capturar o que sinto na tela ou no papel fala sempre muito alto. É muito bom quando é possível conciliar ambas atividades no sempre curto (não importa quanto) tempo!
Atravessando a Ponte do Brooklyn, fui capturada pela beleza da manhã ensolarada. A parada para uma rápida aquarela foi obrigatória.
Uma das inúmeras experiências emocionantes:
Durante todo o tempo, trabalhei ouvindo Bach. Ao final fui ver quem produzia aquele som celestial que vinha debaixo das Arcadas.
Este trio dividia atenção da platéia...
Para que a apostagem não ficasse muito longa, dividi em partes,
Leia mais sobre esta viagem aqui
Um certo conflito sempre se estabelece durante minhas viagens, muito o que ver, experimentar, aprender... Por outro lado o desejo de capturar o que sinto na tela ou no papel fala sempre muito alto. É muito bom quando é possível conciliar ambas atividades no sempre curto (não importa quanto) tempo!
Atravessando a Ponte do Brooklyn, fui capturada pela beleza da manhã ensolarada. A parada para uma rápida aquarela foi obrigatória.
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| Aquarelando na ponte do Brooklyn - Sandra Nunes |
Uma das inúmeras experiências emocionantes:
Domingo no Central Park
Não por ser domingo e nem por ser no Central Park, mas pelos momentos de leveza que tive o privilégio de viver.
Abri minha caixa de pintura na balaustrada da Fonte. Aquele recanto sempre me chamou a atenção e desta vez resolvi registrar a fria luz da tarde banhando o Anjo das Águas.
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| O Anjo das Águas - Central Park- Sandra Nunes |
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| Músicos no Central Park |
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| Arcadas da Bethesda Fountain |
Leia mais sobre esta viagem aqui
Wednesday, 7 May 2014
Primavera no Hemisfério Norte III
Nova Iorque
Metropolitan Museum - Continuando...
Esta exposição em cartaz no Metropolitan Museum é imperdível e um Bônus para quem esta visitando Nova Iorque até 26 de maio. Além das esculturas, faz parte desta mostra uma vasta coleção de desenhos.
É fantástica a composição e o realismo anatômico do conjunto escultórico em mármore 'Ugolino e seus Filhos'. Os corpos encrustrados carregam uma tensão explícita em suas expressôes e na dinâmica de seu movimento.
The passions of Jean Baptiste Carpeaux
Anders Zorn
Uma outra exposição, também imperdível é a que está em cartaz na National Academy do mestre Sueco Anders Zorn.
Foi a exata sensação de estar no lugar certo na hora certa! Sempre desejei ver de perto uma de suas obras mas nunca havia tido a oportunidade em nenhum dos museus em que visitei no mundo. Desta vez fui presenteada com uma grande mostra de seus trabalhos em aquarela, óleo, desenhos e gravuras! Não há reprodução digital ou impressa que traduzam a beleza dos seus
óleos e aquarelas, é realmente uma festa para o olhar!
óleos e aquarelas, é realmente uma festa para o olhar!
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| Anders Zorn -Ominibus |
Saturday, 3 May 2014
Primavera no Hemisfério Norte II
Nova Iorque
Neste abril, sem o vento e um pouco menos fria que Chicago, Nova Iorque apresentou-se com céu azul e sol morno de primavera.
Primeira parada: Metropolitan Museum of Art, seguem algumas imagens escolhidas aleatoriamente dentre as muitas que trouxe na câmera e na memória.
O olhar do artista para si mesmo...
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| Rembrandt- Autorretrato |
Revisitando Toulouse Lautrec e seu traço inconfundível...
Dada a penúria em que viveu, estas duas obras foram pintadas por Van Gogh em uma mesma tela, frente e verso:
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| Frente:Self Portrait with straw Hat Verso: The Potato Peeler |
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| Central Park - Maurice Prendergast |
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| Moonlight, Wood Island Light- óleo sobre tela -Winslow Homer |
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| At the Seaside, William Merrit Chase, |
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| Avenue of the Allies, Childe Hassam |
De outra vez que vi esta obra, ela não estava colocada em posição que privilegiasse uma observação mais próxima. Chamou-me a atenção o retrato em si, a história que ele conta, a composição, o olhar do modelo e creio ser impossível dissociar a obra da relação deste com o pintor.
Juan de Pareja serviu de escravo de Velasquez e subsequentemente foi seu assistente.
A visão à distância mostra um retrato refinado, uma iluminação elegante em uma atmosfera de silêncio e nobreza.
Ao aproximarmo-nos percebemos o perfeito equilíbrio entre as pinceladas mais transparentes com o uso do que parece ser veladura no fundo abstrato contrastando com a textura empastada da fisionomia, o que torna o sentimento no olhar de Juan de Pareja mais forte.
Observa-se a fluidez do trabalho, como se executado sem o mínimo esforço.
Muito mais há que se ver nesta obra, muito mais a aprender com o mestre dos mestres...
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| Juan de Pareja, Diego Velasquez |
Leia também: Primavera no Hemisfério Norte I - Chicago
Mais sobre o Metropolitan e Nova Iorque em breve na próxima postagem
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