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| Luz da tarde Sandra Nunes Aquarela sobre papel Saunders Waterford 300 |
Tuesday, 16 February 2016
Aquarelando
Às vezes vamos longe em busca de inspiração e acontece de a encontrarmos bem perto de nós ...
Sunday, 31 January 2016
Verão Carioca na Ciclovia
Thursday, 24 December 2015
Da pintura ao ar livre para o ateliê
Não há mestre maior que a Natureza quando se quer aprender a pintar. Não importa em que estilo seja a expressão do artista, nada substitui a observação do Natural.
Já escrevi sobre o assunto várias vezes e sempre que sou questionada sobre por quê pintar ao ar livre tenho respostas mais longas ou mais curtas, mas sempre reitero que o ateliê não substitui o natural e o contrário é também verdadeiro.
Terminei recentemente a pintura que posto a seguir. É uma obra de dimensões mais difíceis para executar ao ar livre pois além da logística do transporte, envolveria muitas sessões.
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| Vitória Régia - A Estrela das águas óleo sobre tela 180 x 80 cm Sandra Nunes Na próxima postagem mostrarei os estudos composicionais em várias técnicas que deram origem a esta obra. Com os votos de Boas Festas e um Ano Novo repleto de Saúde, Luz e Paz! |
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| Sandra Nunes Vitória Régia - A estrela das águas óleo sobre tela 180x80 cm |
Friday, 20 November 2015
Arte e Viagens parte 3
Como artista, estou sempre buscando superar limites, pesquisando novas técnicas e materias. É um caminho mais difícil que ficar na própria zona de conforto e continuar fazendo o que sempre fez, o que importa é esta busca do aprendizado constante e ter metas, na verdade é a viagem que conta e não o destino, eu tenho vivido belos momentos e gostado bastante desta minha caminhada.
Prosseguindo com o tema, na postagem anterior mencionei as tintas a óleo Cobra Solvent Free(leia aqui) a praticidade em não precisar transportar e utilizar solvente em viagem aliada ao bom desempenho desta tinta me conquistou e pretendo aos poucos ir aumentando a minha paleta e adicioná-la ao meu trabalho no ateliê.
Arches Huile
Um outro material que utilizei pela primeira vez foi o papel Arches Huile 300gsm 100% algodão. Especialmente preparado para a pintura a óleo este papel oferece uma bela textura. Sua preparação resulta em uma barreira eficiente, absorvendo bem a água ou solvente de maneira uniforme. Ele resiste bem à pinceladas vigorosas , espátula ou esfregaço. Sua grande vantagem também é poder utilizá-lo no tamanho desejado pois é comercializado em folhas, rolo ou blocos A3 e A4.
Em Paris decidi utilizá-lo com as tintas Cobra solúveis em água. Para o meu método de trabalho este papel mostrou-se um pouco mais absorvente que o suporte que eu preparo.
Iniciei esta mancha em um fim de tarde chuvoso na varanda do apartamento. Os telhados de Paris sempre me atraem e esta tarde estavam especialmente belos sob um céu cinzento que mudava a todo momento. Queria capturar a fugacidade da atmosfera apenas sugerindo com pinceladas sintéticas a arquitetura dos telhados parisienses. Decidi parar neste momento da mancha para testemunhar o presente de um belíssimo pôr de sol.
Para ler desde o início Arte e Viagens parte 1
Arte e Viagens parte 2
Prosseguindo com o tema, na postagem anterior mencionei as tintas a óleo Cobra Solvent Free(leia aqui) a praticidade em não precisar transportar e utilizar solvente em viagem aliada ao bom desempenho desta tinta me conquistou e pretendo aos poucos ir aumentando a minha paleta e adicioná-la ao meu trabalho no ateliê.
Arches Huile
Um outro material que utilizei pela primeira vez foi o papel Arches Huile 300gsm 100% algodão. Especialmente preparado para a pintura a óleo este papel oferece uma bela textura. Sua preparação resulta em uma barreira eficiente, absorvendo bem a água ou solvente de maneira uniforme. Ele resiste bem à pinceladas vigorosas , espátula ou esfregaço. Sua grande vantagem também é poder utilizá-lo no tamanho desejado pois é comercializado em folhas, rolo ou blocos A3 e A4.
Em Paris decidi utilizá-lo com as tintas Cobra solúveis em água. Para o meu método de trabalho este papel mostrou-se um pouco mais absorvente que o suporte que eu preparo.
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| Sandra Nunes Canal San Martin- Paris |
Iniciei esta mancha em um fim de tarde chuvoso na varanda do apartamento. Os telhados de Paris sempre me atraem e esta tarde estavam especialmente belos sob um céu cinzento que mudava a todo momento. Queria capturar a fugacidade da atmosfera apenas sugerindo com pinceladas sintéticas a arquitetura dos telhados parisienses. Decidi parar neste momento da mancha para testemunhar o presente de um belíssimo pôr de sol.
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| Telhados de Paris - Pôr do sol Cobra Oleo solvent free sobre Arches Huile |
Para ler desde o início Arte e Viagens parte 1
Arte e Viagens parte 2
Saturday, 7 November 2015
Arte e Viagens - parte 2
Além do aprendizado com os grandes mestres como escrevi na postagem anterior (leia aqui), ter a oportunidade de produzir meu trabalho em ambientes diferenciados facilita o exercício de um olhar mais atento às sutilezas do ambiente ao tentar capturar a atmosfera local.
Acrescenta-se ainda a possibilidade de expandir a experimentação de novas técnicas com a disponibilidade de materiais recém-lançados e/ou ainda não disponíveis no mercado nacional. Estou sempre procurando materiais de alta qualidade para trabalhar, para mim não só o resultado imediato como também a permanência é importante.Afinal, eu desejo que meu trabalho sobreviva por muito tempo.
Pintar a óleo em viagem pode apresentar algumas dificuldades desde a limpeza dos pincéis utilizando solventes em ambientes inapropriados, com pouca ventilação, como quartos de hotel até o acondicionamento e transporte das obras que ainda não secaram. Como se sabe, o tempo de secagem da pintura a óleo está subordinado à muitas variáveis ( possivelmente, em uma outra postagem falarei mais sobre isto)
Em busca de um caminho ecologicamente correto e mais viável para estas circunstâncias, há alguns anos experimentei as tintas a óleo solúveis em água. Testei as da Winsor and Newton (Artisan), as da Talens H2oil e Grumbacher Max. Nenhuma delas me satisfez por uma razão ou outra.No quesito concentração de pigmentos, por exemplo, todas as marcas mostraram-se aquém de uma tinta da linha profissional.
Cobra Solvent Free -
Este ano fui apresentada em Amsterdam à Cobra Solvent Free, lançamento da nova geração da Royal Talens miscível em água. Estas tintas são fabricadas tanto na linha profissional(Cobra fine) quanto na de estudante (Cobra study). Eu testei apenas a linha profissional.
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| Pintando no Jardin de Tulleries - Paris Sandra Nunes |
Todas as minhas pinturas em viagem são feitas alla prima, trabalhos finalizados em uma só sessão.
Há alguns mediuns auxiliares para trabalhar com esta tinta, mas ainda não os testei. Todos os trabalhos desta viagem foram executados com a tinta pura e pouquíssima água para diluir inicialmente.
Tuesday, 6 October 2015
Arte e Viagens
Com o crescimento do Facebook, tenho postado menos aqui. Privilegiar as postagens na rede social foi o caminho natural por seu retorno imediato em tempo real. Mas ainda cultivo o gosto pela escrita e leitura de textos mais longos.
Vou manter este espaço, bem como o meu website, para este tipo de interação postando com a frequência que for possível um pouco do meu processo criativo.
Reinicio então com alguns momentos vividos em minha recente viagem…
Holanda
Revisitando Rembrandt, desta vez no Rijksmuseum - Amsterdam
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| A Ronda Noturna The Night Watch Rembrandt at RijksmuseuMUseuM O mesmo tema, desta vez tratado por Frans Hals |
Banquete dos Oficiais da Companhia Miliciana São Jorge - Frans Hals Museum - Haarlem* |
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| Estudando as pinceladas magistrais de Frans HalsFrans Hals Museum - Haarlem |
Viajar e estar exposta à culturas diversas, pintando ao ar livre tem sido uma grande experiência. Além do aprendizado com os grandes mestres, estudando suas obras no original, ter a oportunidade de produzir o meu trabalho em ambientes diferenciados facilita o exercício de um
olhar mais atento às sutilezas do ambiente ao tentar captar a atmosfera local.
olhar mais atento às sutilezas do ambiente ao tentar captar a atmosfera local.
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| Pintando em Amsterdam Sandra Nunes |
Wednesday, 23 September 2015
Chegada da Primavera
A Flor do Sol
É perfeitamente compreensível a paixão de Van Gogh pelos girassóis, esta é uma flor que nasce bonita, vive sua plenitude lindamente e ao morrer consegue se tornar ainda mais bela. Seus matizes quentes começam a tornar-se agrisados, suas folhas se retorcem como um balé em uma dança circular.
Tive o privilégio de conviver alguns dias com estes e ontem decidi capturar seus últimos minutos de vida.
É perfeitamente compreensível a paixão de Van Gogh pelos girassóis, esta é uma flor que nasce bonita, vive sua plenitude lindamente e ao morrer consegue se tornar ainda mais bela. Seus matizes quentes começam a tornar-se agrisados, suas folhas se retorcem como um balé em uma dança circular.
Tive o privilégio de conviver alguns dias com estes e ontem decidi capturar seus últimos minutos de vida.
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| Primavera pastel seco Sandra Nunes 27x35 cm |
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